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Educação para Sustentabilidade Ler e aprender nas Comunidades do Rio Tarumã- Açu  Menina Piratapuia escrevendo O projeto Apoena - Educação para a Sustentabilidade -Ler e Aprender nas Comunidades do Rio Tarumã-Açu, está voltado para o incentivo a leitura das crianças, jovens e adultos das comunidades da Micro Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu. Mais precisamente as comunidades Nossa Senhora Auxiliadora, Nova Esperança, Rouxinol, Saterê Maué e Inhãa-Bé. Todas as comunidades citadas estudam na Escola Santo André localizada na comunidade Nossa Senhora Auxiliadora e Nova Esperança, são comunidades tradicionais e indígenas, normalmente turmas mistas, com pais e filhos estudando juntos. Ler é uma prática básica e essencial para aprender. Nada pode substituir o hábito da leitura como sendo fonte de conhecimento. Porém nem sempre a leitura é agradável e prazerosa se não há estímulo nas crianças a terem um contato com livros, revistas e jornais. Normalmente se diz que a responsabilidade sobre o ato da leitura faz parte das atribuições dos docentes, que precisam buscar técnicas e dinâmicas que agucem em seus discentes o gosto pela leitura. As dinâmicas são próprias aos espaços destinados, aos números de alunos e o grau de ensino, o que modifica são as dificuldades dos textos. O incentivo a leitura faz com que as comunidades tenham acesso a livros didáticos das mais diversas áreas do saber, inclusive a ambiental que tratam da conservação e preservação da Amazônia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável daquela área, uma vez que estão inseridas em uma Micro Bacia Hidrográfica, cercados de árvores, rios e animais silvestres. Dessa forma pretende-se contribuir para o desenvolvimento cultural daquelas comunidades. O conhecimento torna o cidadão crítico e capaz de desenvolver pensando nas gerações futuras. A Fundação Floresta Viva em parceria com o Banco do Brasil, Faculdade Salesiana Dom Bosco e Instituto Internacional Amazônia Viva criaram a biblioteca comunitária com mais de 1500 livros doados pelas referidas instituições, espaço onde a comunidade se reúne para leitura, dinâmicas de Educação Ambiental, assistir vídeos sobre a Amazônia e filmes que contribuam ao aprendizado. O espaço para leitura se faz necessário em qualquer escola, nas nessas comunidades não há essa prerrogativa devido o acesso restrito. As comunidades têm acesso programado a biblioteca, podendo ser destinado um dia inteiro de atividades, inclusive com caminhadas em trilhas ecológicas, conhecerem o orquidário, bromeliário e a floresta dos macacos, todos na área destinada a Fundação Floresta Viva. A FFV, conhecedora de suas Responsabilidades Sociais e com a parceria do Banco do Brasil, Faculdade Salesiana Dom Bosco e Instituto Internacional Amazônia Viva, disponibiliza as comunidades a oportunidade de acesso a leitura, além de ter como voluntários pedagogos, administradores, assistentes sociais, filósofos, entre outros.

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