|
760 kg de pescado ilegal é apreendido em Manaus |
|
|
|
Uma patrulha do Batalhão Ambiental da Polícia Militar aprendeu, ontem, 760 quilos de pescado - pirarucu, tambaqui e jaraqui - que estavam em um barco denominado de Pesqueiro, que foi ancorado no porto do Velho Artur, na orla fluvial do bairro Santo Antônio, na Zona Oeste. Segundo o cabo PM Souza Andrade, que comandou a ação, esta foi uma das maiores apreensões feitas este ano pelo Batalhão.
O cabo disse que a polícia chegou ao barco por meio de uma denúncia anônima feita ao Batalhão informando que este estava chegando carregado de pescado.
Uma lancha da patrulha fluvial foi acionada e identificou a embarcação. Por volta das 13h, a equipe comandada pelo cabo Souza de Andrade chegou ao barco no porto do Velho Artur, no momento em que o pescado começava a ser desembarcado. Toda carga foi apreendida e doada para o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (Gacc).
O responsável pelo pescado, José Pinheiro, foi notificado e indiciado em inquérito policial na Delegacia do Meio Ambiente (Dema). Ele disse que alugou a embarcação de um pescador paraense chamada Adilson de Vasconcelos.
Pinheiro informou à polícia que o pescado foi comprado de ribeirinhos do Município de Maraã (a 892 quilômetros de Manaus) por R$ 6 o quilo do pirarucu, que era a maioria da carga. Segundo ele, o pescado teria sido encomendado por um feirante que ele não revelou o nome.
Pinheiro disse que ainda não havia calculado o prejuízo que teve com a apreensão de sua mercadoria. “Eu nem sei quanto vou perder com a apreensão desse peixe”, disse. De acordo com ele, além do prejuízo com o pescado apreendido, tem os gastos com pessoal, combustível, aluguel do barco e gelo.
Depois de ter sido autuado por crimes contra o meio ambiente, Pinheiro foi liberado e constituído como fiel depositário do barco pesqueiro. Segundo o cabo PM Souza Andrade, a embarcação vai ficar apreendida em Manaus mesmo, à disposição da Justiça.
Segundo Souza Andrade, as apreensões de pescado pelo Batalhão Ambiental têm sido constantes. Elas ocorrem nos rios, nas feiras e mercados e, principalmente, nos portos da orla fluvial de Manaus.
Joana Queiroz
Da equipe de A CRÍTICA
mais informações: www.acritica.com.br 
|
- O assunto do seu comentário precisa ser relevante ao assunto do artigo.
- Ataques pessoais serão deletados.
- Por favor, não use os comentários para fazer propaganda.
|
Recomendar este artigo... |